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quinta-feira, 11 de abril de 2013

 
 
O objetivo da Tecnologia Assistiva é:
"Proporcionar à pessoa portadora de deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação da comunicação, mobilidade, controle do seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, competição, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade."...

#"Podem variar de um par de óculos ou uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado”. (http://www.clik.com.br/ta_01.html)).

As novas Tecnologias de Informação e Comunicação - TICs vêm se tornando, de forma crescente, importantes instrumentos de nossa cultura e, sua utilização, um meio concreto de inclusão e interação no mundo (LEVY, 1999). Essa constatação é ainda mais evidente e verdadeira quando nos referimos as pessoas com deficiência. Nesses casos, as TICs podem ser utilizadas como Tecnologias Assistivas. Essa constatação é ainda mais evidente quando nos referimos as pessoas com necessidades especiais. Deste modo as TICs podem ser utilizadas ou como Tecnologia Assistiva, ou através de Tecnologias Assistivas. Utilizamos as TICs como Tecnologia Assistiva quando o próprio computador é a ajuda técnica para atingir um determinado objetivo. Por exemplo, o computador utilizado como caderno eletrônico, para o indivíduo que não consegue escrever no caderno comum de papel. Por outro lado, as TICs são utilizadas através de Tecnologias Assistivas, quando o objetivo final desejado é a utilização do próprio computador, para o que são necessárias determinadas ajudas técnicas que permitam ou facilitem esta tarefa. As dificuldades de muitas pessoas com necessidades educacionais especiais no seu processo de desenvolvimento e aprendizagem têm encontrado uma ajuda eficaz na utilização das TICs como ferramenta ou ambiente de aprendizagem. Diferentes pesquisas têm demonstrado a importância dessas tecnologias no processo de construção dos conhecimentos desses alunos (NIEE/UFRGS, NIED/UNICAMP, CRPD/OSID e outras). 
 
"A importância que assumem essas tecnologias no âmbito da Educação Especial já vem sendo destacada como a parte da educação que mais está e estará sendo afetada pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo nessa área para atender necessidades específicas, face às limitações de pessoas no âmbito mental, físico-sensorial e motora com repercussão nas dimensões sócio-afetivas." (SANTAROSA, 1997).

Fonte:  http://www.grupos.com.br/blog/tecnologiasnaeducacaoespecial/


domingo, 7 de abril de 2013

AUDIOLIVROS

 

Os audiolivros estão super em alta, além de ser um jeito diferente de ficar por dentro dos livros mais famosos, os audiolivros são versáteis e práticos. Para aproveitar mais esse tipo de material, nós separamos 10 sites que disponibilizam audiolivros gratuitamente. Confira!
1. Free Classic Audio Books
O site Free Classic Audio Books oferece centenas de livros no formato mp3 ou m4b (formato para iPod). As obras são encontradas a partir do sobrenome do autor, em lista alfabética. É possível conferir clássicos narrados em inglês de Jane Austen, Virginia Wolf, H. G. Wells, James Joyce e muito mais.
2. Projeto Gutenberg
Além de livros em inglês, no Projeto Gutenberg também é possível encontrar obras em português e alemão. Autores como Edgar Alan Poe, Charles Dickens e muitos outros estão disponíveis em um acervo de mais de dois mil audiolivros gratuitos.
3. Books Should Be Free
Disponíveis em diversos formatos e gêneros, os livros digitalizados e audiolivros do site Books Should Be Free podem ser encontrados em mais de 20 idiomas, inclusive o português.
4. Librophile
Não se assuste com o cifrão. Todos os livros do site Librophile custam o preço exorbitante de $0.00. Além das obras em áudio, também é possível aproveitar os livros digitalizados.
5. Lit2Go
Lit2Go é uma coleção gratuita de obras em formato mp3. Muitas dos livros também podem ser conferidos em formato PDF e usados como material de apoio para leitura.
6. LibriVox
O objetivo do site LibriVox é fazer com que todas as obras literárias disponíveis em domínio público estejam disponíveis em formato de áudio gratuitamente.
7. LearnOutLoud.com
Além de arquivos em áudio, o acervo de mais de cinco mil obras do site LearnOutLoud.com também oferece materiais em formato de vídeo.
8. Podiobooks
No Podiobooks é possível encontrar livros populares, ganhadores de prêmios e muitos clássicos em inglês.
9. Storynory
Contos de fada, mitos, lendas e histórias de todo mundo estão disponíveis em inglês no site Storynory para crianças de 0 a 99 anos.
10. AudioCloset
Você também pode conferir o acervo de audiolivros feitos especialmente para o site AudioCloset.

Fonte: Universia

Tecnologia a favor da educação

 
 

Você já imaginou estudar com o apoio de uma lousa digital, tablets e videogames? Não ter notas no colégio, mas classificação de acordo com a sua habilidade?  Tudo isso é possível e está sendo implantado em um colégio americano.
Uma escola pública de Nova York resolveu  tentar reformar a cultura escolar e incluir nas aulas o uso de jogos digitais na educação. Nela   os alunos aprendem o conteúdo curricular criando e jogando videogames. Em funcionamento há um ano e meio, a escola foi moldada  sob conceitos diferentes: os alunos não passam de ano, mas de fase – como nos jogos – não ganham notas, mas classificações de acordo com a sua habilidade.
Os professores são treinados para criar experiências nas quais os alunos possam aprender executando as atividades, procurando soluções para os seus problemas e dividindo conhecimento. Os idealizadores do projeto acreditam que aprender a programar e lidar com mídias serão as habilidades centrais para que os jovens se expressem e sejam competitivos ao entrar na universidade e no mercado de trabalho.
A concentração dos alunos na aula é um dos fatores mais determinantes para que eles de fato aprendam. Várias pesquisas e estudos já foram feitos sobre isso, mas não existe uma fórmula mágica que garanta que os jovens se interessem mais por cálculos de raiz quadrada do que por bater papo com um colega. Mas alguns especialistas dizem e pesquisas demonstram que, usada da maneira correta, a tecnologia pode sim ajudar a prender a atenção. “Como é uma linguagem que o aluno conhece, o professor se aproxima com mais facilidade”, diz Maria Elizabeth Almeida, professora do programa de pós-graduação em educação curricular da PUC de São Paulo.
Segundo duas pesquisas feitas em escolas brasileiras, o uso da tecnologia ajudou os alunos a aprender mais. Nestas escolas, as salas de aula ganharam um computador por aluno e lousa digital, além de material didático digital de apoio. O avanço destes alunos foi de duas a sete vezes em relação aos colegas em salas de aula comuns.
Para usar qualquer tecnologia, da câmera digital ao computador, é preciso abandonar a geografia tradicional da sala de aula, aquela que coloca o professor na frente do quadro e os alunos enfileirados anotando tudo. Enfim, a educação integrada à tecnologia, pode e deve ser usada como alternativa para melhorar o ensino no Brasil.

Fonte: Época.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Viver na big zona

 
 
Do jeito que o mundo digital anda voando, precisaríamos ter um  cérebro e uma memória monstros para processar o mar de informações que nos navega ao toque de um minuto. Tudo embalado em centenas de exabytes - lembrando que um exabyte é igual a um bilhão de megabytes.
Esta crônica, uma vez postada, entrará imediatamente no gigantesco arquivo eletrônico. Já não é novidade, mas a possibilidade de um senhor numa praça em Lisboa, de repente, acessar o blog Mente Aberta arrepia meus dois neurônios.
Agora falando sério. Pergunto: como encontrar o que verdadeiramente nos interessa? As mídias tradicionais - em particular jornais, telejornais e revistas - fazem o trabalho de mediação entre os fatos e os leitores. Eu não escolho o que vou ler. Editores hierarquizam as notícias e os escândalos para mim.
Mas a internet é muito livre para se submeter a intermediários, mesmo aqueles intermediários com profunda cultura e excelente profissionalismo. Ela é vagabunda e bem-comportada ao mesmo tempo. Ao lado de um artigo científico, convive uma fofoca do último Big Brother Brasil.
Até o Facebook criado em 2004, e o Twitter surgido em 2006 - os dois uma espécie de internet entre amigos, ou entre pares - começam a dar enxaqueca quanto a administrá-los. Pois tamanha é a quantidade e a velocidade do tráfego de dados e informações.
A questão é que informações e dados nos chegam embaralhados, fragmentados, em excesso. É claro, o mundo está na rede. Mas ninguém dá conta e nem se interessa pelo mundo inteiro. Temos preferências, prioridades, paixões. E ódios também.
Não imagino que possa existir uma receitona, ou receitinha, para  encontrar e processar informações. Se alguém souber, por favor, escreva nos comentários. Tenho a sensação que cada um terá que desvelar as chaves que abram o caminho.
Penso que uma boa dica de começo é aprender a filtrar. Isto é, recorrer à velha e sempre fiel capacidade crítica. Descobrir o que é relevante para a vida pessoal e para o trabalho que se faz, ou que se deseja fazer. Resumo dos bytes: que tipo de informação me transforma?
Imagem: Régine Ferrandis.




  

TIC e a Geração Digital

 




Sentar frente a um computador, ter nas mãos um laptop ou mesmo um celular que acesse a internet, caracteriza (e bem) a diferença entre um nativo e um imigrante digital.

Para os que se classificam “nativos digitais”, a era tecnológica representa o tempo em que nasceram. É nascer e crescer numa geração que tem a cultura virtual em seu interior: ipod, iphone (e mais quantos is..?). É o dia-a-dia, onde mandar e receber e-mails e conversar on line, é básico. Uma visita a uma simples biblioteca, já não existe, há não ser que seja virtual.

Para os que ainda não dominam grande parte (ou nenhuma) da tecnologia, pode representar uma corrida contra o tempo.

Mas não há como negar que se vive em outra era, onde a comunicação é muito mais dinâmica; um acúmulo de informações e uma necessidade de aprender, cada vez mais, de todas as formas e intensidades. Pois até mesmo um cérebro mais velho se adapta ao que é novo.

Migrar para a era tecnológica, significa ter mais competência e habilidade para aquilo que se quer. Mas, como toda a migração, o aprendizado é difícil e demorado.

Só que a dúvida impulsiona a ir além. A tecnologia modifica a todos de forma clara: é passar a ser diferente, do falar ao pensar, do procurar ao agir, mesmo sem ter a consciência do uso e da importância dos recursos tecnológicos existentes.

Tempo e espaço passam a ter dimensões mais flexíveis, onde a educação precisa repensar a prática, pois se encontra inserida num contexto, onde “ensinar” e “aprender”, é recíproco e “feito em rede”.

É necessária uma mudança de valores, uma maior disponibilidade para a ampliação de tudo o que se viu até agora e, aceitar que, pelo menos no mundo virtual, o aluno pode “ensinar” o que o professor ainda não sabe.

Ambientes virtuais lançam à educação o comprometimento com a formação. A convivência interliga saberes e possibilita a troca de experiências. O processo ensino-aprendizagem se torna mais amplo, aberto a novas descobertas, à pesquisa e à criatividade dos alunos. É interessante e prazeroso.

“Navegar” na internet significa atravessar fronteiras, interagir e fazer amizade com quem nunca se viu. É uma porta aberta para profissionais futuros, mais qualificados e capazes de enfrentar o que o mercado exigir.

Mas a tecnologia (como quase tudo) também tem seu lado negativo: o uso da internet pode diminuir o interesse dos alunos por livros, jornais e revistas na hora da pesquisa. A web oferece o acesso a comunidades virtuais nem sempre de confiança, como é o caso da pedofilia e dos sites de pornografia. Uma pesquisa mal orientada corre o risco de se perder pelo caminho. Fala-se também dos “viciados em internet”, porque acham que a tecnologia tudo resolve.

Há de se equilibrar tudo isso e fazer da tecnologia uma forma de tornar a vida bem melhor. 

By Ana Guimarães e Lílian Cavalcante



segunda-feira, 1 de abril de 2013

Inclusão Digital: (nossa história de vida)

O mundo digital é um portal de acesso à globalização. Nossa inserção ao mundo virtual se deu em momentos diferentes e por isso de forma distinta. Uma através de joguinhos e outra no trabalho. O que nos despertou interesse foi justamente a qualidade que pode ser dada a explanação de um conteúdo por exemplo. Recursos como vídeo, áudio, fotos e gráficos on line, são facilitadores no processo de ensino-aprendizagem. Muitas escolas ainda não dispõem de laboratórios equipados, muitos profissionais ainda veem o espaço físico da tecnologia como algo restrito a um profissional, no caso o de informática. Vimos em aula que as salas serão laboratórios de estudo. O ideal é que os alunos não precisem se deslocar da sala de aula para o laboratório de informática para usufruir de uma aula de Biologia com recursos visuais. O que confirma isso é o crescente uso de tablets nas escolas. A grande dificuldade ainda é a falta de acessibilidade. Precisamos participar de formações e aderir a tecnologia. Utilizar os recursos de verdade e mostrar a eficiência dos mesmos no aprendizado das nossas crianças. É indiscutível: a tecnologia facilita o ensino em qualquer grau. Percebemos, também, que não podemos fazer uso deles em qualquer atividade, se antes não houver um planejamento. Caso contrário, perdem os alunos e os próprios professores. Acreditamos que só melhoraremos, se nos dispusermos a apreender mais, sem medo e com vontade de nos atualizarmos. 

By Ana Guimarães e Lílian Cavalcante